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Uma das muitas lendas envolvendo os Pugs eram a
‘pedra no sapato’ de Napoleão Bonaparte. Isso que sua
esposa, Josefina, tinha um Pug de quem não se separava nunca
e ele, por sua vez, não simpatizava nem um pouco com o
Imperador, a quem impediu mais de uma vez de entrar no
quarto de sua dona.
Além de presença constante na corte de Napoleão, os Pugs
eram adotados pelos nobres de vários países como símbolo de
riqueza e ostentação. Era encontrado frequentemente nos
colos das nobres na Itália, França, Espanha e Alemanha.
Outra curiosidade envolvendo a raça é a profusão de nomes
adotados nos diferentes países. Na Alemanha, eram chamados
de Mops, que significa’de aspecto franzino’. Já na França
era conhecido como Carlin, devido a seu tipo físico exótico
e que lembrava o nome de um ator, célebre no papel de
Arlequim. Os italianos adotam o nome Carlino enquanto os
ingleses batizam a raça como Pug ou “Pug-Dog” No Brasil a
raça ainda era considerada rara, mas o crescimento de sua
popularidade é constante. Entre os fãs famosos dos Pugs,
estão no terceiro exemplar da raça. Mas talvez o maior
impulso para torná-los mais conhecidos foi a cadelinha Ignés,
na novela Por Amor, do autor Manoel Carlos.
Personalidade:
O Pug é frequentemente descrito como um cão aristocrata,
especialmente porque normalmente não se dão ao trabalho de
fazer festa para todos mesmo que sejam extremamente apegado
aos donos. Também em razão deste apego, os Pugs não se
adaptam a longos períodos de solidão.
Não costumam latir em demasia e por isso são considerados
bons cães de alarme e eis mais uma característica marcante
da raça... seu latido é rouco e curto.
Seu tamanho reduzido indica-o como excelente opção para
pequenos espaços e para pessoas que não tenham muita
atividade, uma vez que devido ao seu tipo físico, não pode
ser considerado um esportista. Para eles, pequenos passeios
nas horas mais frescas do dia costumam preencher a
necessidade de exercício e evitar que engordem.
Como todo cão de focinho curto, tendem a roncar bastante
quando dormem.
Relaciona-se bem com outros cães, apesar de não ser
exatamente um cão de matilha. Com crianças, pode Ter uma
relação boa, desde que elas o tratem de forma gentil. Caso
contrário, a tendência é de que ele simplesmente evite a
companhia delas.
A higiene da raça é outro ponto forte. Seu pelo curto
demanda pouca manutenção e normalmente banhos mensais são
mais do que suficientes. No entanto, entre os banhos, o
proprietário deve prestar especial atenção às rugas,
especialmente as do pescoço, procurando manter sempre a área
limpa.
No ranking de inteligência publicado no livro
"A Inteligência dos Cães"
de Stanley Coren, o Pug está na 53a posição entre as raças
pesquisadas.
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