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11/02/08



 

 


 

A origem do Pug é bastante controversa, mas de maneira geral, aceita-se que tenha origem oriental. Muitos historiadores afirmam categoricamente que o PUG teve sua origem na China, onde se encontram representações de cães similares a eles por volta de1700 a.C. Mas foi com as grande navegações no século XVI que eles chegaram á Europa, levados primeiramente pelos holandeses e posteriormente pelos Ingleses, que foram os responsáveis pela definição do padrão atual da raça e pela seção dos exemplos  dos exemplares para atingir o padrão.


Uma das muitas lendas envolvendo os Pugs eram a ‘pedra no sapato’ de Napoleão Bonaparte. Isso que sua esposa, Josefina, tinha um Pug de quem não se separava nunca e ele, por sua vez, não simpatizava nem um pouco com o Imperador, a quem impediu mais de uma vez de entrar no quarto de sua dona.

Além de presença constante na corte de Napoleão, os Pugs eram adotados pelos nobres de vários países como símbolo de riqueza e ostentação. Era encontrado frequentemente nos colos das nobres na Itália, França, Espanha e Alemanha. Outra curiosidade envolvendo a raça é a profusão de nomes adotados nos diferentes países. Na Alemanha, eram chamados de Mops, que significa’de aspecto franzino’. Já na França era conhecido como Carlin, devido a seu tipo físico exótico e que lembrava o nome de um ator, célebre no papel de Arlequim. Os italianos adotam o nome Carlino enquanto os ingleses batizam a raça como Pug ou “Pug-Dog” No Brasil a raça ainda era considerada rara, mas o crescimento de sua popularidade é constante. Entre os fãs famosos dos Pugs, estão no terceiro exemplar da raça. Mas talvez o maior impulso para torná-los mais conhecidos foi a cadelinha Ignés, na novela Por Amor, do autor Manoel Carlos.

Personalidade:
O Pug é frequentemente descrito como um cão aristocrata, especialmente porque normalmente não se dão ao trabalho de fazer festa para todos mesmo que sejam extremamente apegado aos donos. Também em razão deste apego, os Pugs não se adaptam a longos períodos de solidão. Não costumam latir em demasia e por isso são considerados bons cães de alarme e eis mais uma característica marcante da raça... seu latido é rouco e curto. Seu tamanho reduzido indica-o como excelente opção para pequenos espaços e para pessoas que não tenham muita atividade, uma vez que devido ao seu tipo físico, não pode ser considerado um esportista. Para eles, pequenos passeios nas horas mais frescas do dia costumam preencher a necessidade de exercício e evitar que engordem.

Como todo cão de focinho curto, tendem a roncar bastante quando dormem. Relaciona-se bem com outros cães, apesar de não ser exatamente um cão de matilha. Com crianças, pode Ter uma relação boa, desde que elas o tratem de forma gentil. Caso contrário, a tendência é de que ele simplesmente evite a companhia delas. A higiene da raça é outro ponto forte. Seu pelo curto demanda pouca manutenção e normalmente banhos mensais são mais do que suficientes. No entanto, entre os banhos, o proprietário deve prestar especial atenção às rugas, especialmente as do pescoço, procurando manter sempre a área limpa. No ranking de inteligência publicado no livro "A Inteligência dos Cães" de Stanley Coren, o Pug está na 53a posição entre as raças pesquisadas.